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Casamento Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista

Atualizado: 15 de set. de 2023


Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista

Foram meses de preparação e expectativa, até que a atriz Juliana Paes se vestisse de branco para subir ao altar. Enfim, no dia 9 de setembro de 2008, uma terça-feira, chegou o momento tão especial: o seu casamento com o empresário que atua no ramo do futebol, Carlos Eduardo Baptista, e com quem Juliana é casada até hoje. O local escolhido pelos noivos para a comemoração foi o Itanhangá Golf Club, na zona oeste do Rio.

Antes da chegada da noiva, em torno de 16h, os cerimonialistas já estavam retocando os últimos detalhes no local da festa para que ficasse tudo impecável. Enquanto isso, Juliana estava no hotel Fasano, em Ipanema se preparando para o momento especial. No hotel mesmo, ela foi maquiada por Alê de Souza e acompanhada também pelo estilista que criou o seu vestido, Samuel Cirnansck. Às 19h50, a atriz segue a bordo de um Mercedes em direção ao local da cerimônia. O atraso, que não era a vontade da noiva (ela queria se casar pontualmente, às 20h, devido a uma análise astrológica). A atriz conseguiu, mesmo assim, a peripécia de levar apenas 25 minutos de Ipanema até o bairro do Itanhangá, no horário de rush.

Foi montada uma tenda para a cerimônia, que foi conduzida pastor Luiz Longuini Neto, da Igreja Presbiteriana do Brasil. Havia uma decoração com flores chuva-de-prata e velas brancas. Os noivos adentraram o local ao som do coral Delfim Moreira, com a música Nella Fantasia. Na saída, a trilha sonora foi All You Need Is Love, dos Beatles.

Entre as celebridades convidadas, estavam o ator Marcelo Faria, que era um dos padrinhos do noivo, ao lado da namorada, Isis Valverde e a atriza Deborah Secco, que também foi madrinha.


Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista


O vestido de Juliana para a cerimônia religiosa, desenhado pelo estilista Samuel Cirnansck, um dos badaladíssimos da São Paulo Fashion Week, lembrava um corpete, todo rendado, que era preso nas costas por fitas de cetim em zigue-zague. Nas mãos, no lugar do tradicional buquê, Juliana entrou com uma única rosa branca. A maquiagem era simples, num estilo nude, com blush bronze, batom cor da boca, sombra em tons de marrom e lápis preto no olho. Muito natural mesmo! Essa mesma simplicidade foi escolhida para o cabelo, que estava preso num coque simples, com a franja volumosa na frente e enfeitado apenas com um véu comprido que cobria a cabeça e o rosto. Juliana usou joias criadas pela designer Emar Batalha. Um hábito que era novidade ainda, na época, foi a troca de vestido para a festa. Para dançar à vontade e aproveitar bem sua comemoração, Juliana usou um vestido curto e soltinho.

Seguindo a mesma ideia de simplicidade, a decoração da festa estava básica, mas nem por isso ficou devendo em beleza. Os tons escolhidos foram branco, amarelo e verde. Na mesa dos noivos, toalhas brancas arranjos de flores e árvores francesas espalhadas pelo salão. Está aí uma prova de que simplicidade não significa falta de elegância. Aliás, já vimos que muitas vezes é exatamente o contrário, não é?

A escolha do cardápio foi generosa, com uma variada seleção de doces e salgados e uma cascata, sim, apenas uma cascata de chocolate na entrada. Os noivos substituíram o tradicional bolo de casamento por 500 minibolos recheados com ganache e brigadeiro branco. O detalhe inusitado é que foi servido um drink batizado de “Jack Joy” em homenagem à personagem que a atriz interpretou na novela Celebridade.

Chiquíssimo demais um casamento assim em plena terça-feira, hein, Brasil?!

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